01/06/2013

REGINA DUARTE APOIA REVISTA TERCEIRA IDADE NA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA PNEUMONIA

REGINA DUARTE APRESENTA REVISTA TERCEIRA IDADE
Fotos: Ricardo Godoy - www.ricardogodoy.com.br
Regina Duarte apóia o lançamento da 1ª versão impressa da Revista Terceira Idade de agosto de 2013

Foi por ocasião do convite feito a Revista Terceira Idade pela empresa farmacêutica Pfizer para fazer a cobertura do evento de lançamento do "Campanha Previna-se" onde Regina Duarte foi a madrinha da campanha. 

Ao conhecer a revista , Regina não pensou duas vezes, aceitou logo o convite para ser a capa da Revista do mês de agosto de 2013 quando será divulgada a reportagem da campanha. Regina esbanjou boa vontade e simpatia para apoiar a iniciativa que já vai para a 4ª edição. 

Agências de publicidade, anunciantes e patrocinadores tem a oportunidade de participar desta  Edição Especial do mês de agosto de 2013, com Regina na capa da Edição nº 4, coincidindo com o lançamento da revita impressa, após o sucesso de 180 mil downloads nas duas primeiras edições. 


Regina Duarte apresentando a Revista Terceira Idade
Fotos: Ricardo Godoy - www.ricardogodoy.com.br

Regina Duarte com Marcelo Veiga, editor da Revista, TV & Blog da Terceira Idade
Fotos: Ricardo Godoy - www.ricardogodoy.com.br





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24/05/2013

OS CINCO MAIORES ARREPENDIMENTOS DOS PACIENTES TERMINAIS

Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
marceloveiga@hotmail.com

Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. 

The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bronnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.



Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.

“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.

“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.

“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.

“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.

“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.

“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.

“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.

“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.

“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.

“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.
Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.

“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.

De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.


FONTE: http://www.einstein.br/einstein-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais.aspx

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19/05/2013

AUMENTO DE IDOSOS CRIA NOVOS MERCADOS PARA O SEU NEGOCIO

Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
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Os idosos podem gastar 45% mais do que há cinco anos — o que abre uma série de oportunidades de novos negócios

São Paulo  - A professora de artes aposentada Maria Izabel Waack, de 77 anos, tem visto o mundo de vários pontos de vista nos últimos três anos. A bordo de um balão colorido, ela assistiu ao nascer do sol nos céus da Capadócia, na Turquia. Em restaurantes escondidos nas ruas abarrotadas de Nova Délhi, experimentou os fortes sabores da culinária indiana. Pela janela de um bimotor que sobrevoava a fronteira entre a China e o Nepal, observou as formas do monte Everest. "Fiquei impressionada com a imponência da paisagem", diz Maria Izabel.


Aumento da longevidade e da renda da terceira idade garante velhice com tempo para se divertir 
Viúva há cinco anos, ela se programa para passear com a cunhada e um grupo de amigos pelo menos duas vezes ao ano, intercalando destinos nacionais e internacionais. Quando conversou com a reportagem de Exame PME, Maria Izabel tinha muita pressa, pois estava a poucas horas de embarcar para a África do Sul para uma viagem de dez dias e nem acabara de fazer as malas. "Nunca aproveitei tanto a vida como agora", diz. 

Maria Izabel faz parte de um grupo cada vez mais numeroso. Existem no Brasil cerca de 22,3 milhões de brasileiros com mais de 60 anos  — 53% mais do que em 2000. Essa é a faixa que mais aumenta na pirâmide etária. Os idosos também estão movimentando mais dinheiro. Somente neste ano, seus rendimentos chegarão a 400 bilhões de reais, 45% mais do que em 2007.
"Essas pessoas já criaram os filhos e geralmente não têm dependentes", diz Claudio Felisoni, coordenador do Programa de Administração de Varejo da FIA, que faz pesquisas sobre o comportamento do consumidor da
 terceira idade em São Paulo. "Parte importante da renda deles é destinada a gastos com o próprio bem-estar."
É nesse cenário que começam a se destacar empreendedores que oferecem produtos ou serviços para a terceira idade. É o caso do paulista Jota Marincek, de 44 anos, dono da Venturas&Aventuras, a agência de
 turismo que levou Maria Izabel à Turquia e à Indochina. Até dez anos atrás, a Venturas&Aventuras vendia passagens e organizava alguns roteiros de ecoturismo no Brasil e no exterior.
Foi numa viagem a Machu Picchu, no fim dos anos 90, que Marincek despertou para o potencial dos clientes acima dos 60 anos. Mais da metade do grupo era composta de pessoas nessa faixa etária, e muitos viajantes tiveram dificuldade para percorrer as trilhas a mais de 2.000 metros de altura. "O ritmo deles é diferente do que os mais jovens estão acostumados", diz Marincek. 

Nos últimos dois anos, a Ven­tu­ras&Aventuras tem organizado roteiros de ecoturismo para grupos da terceira idade pelo menos seis vezes ao ano. Entre os cuidados está a escolha dos hotéis, que devem ter elevador ou no máximo um lance de escada. Somente um passeio pode ser marcado a cada turno do dia, para que os viajantes não se cansem.

O calendário com roteiros especiais ganhou um nome simpático — projeto Velhinho É a Mãe. (A brincadeira não ofendeu dona Glória, a mãe de Marincek, que tem 82 anos. Ela não só adora as viagens como distribui a programação na fila exclusiva de idosos do banco onde recebe sua aposentadoria.) O Velhinho É a Mãe representou quase 10% dos 2 milhões de reais em receitas obtidos no ano passado e ajudou a empresa a crescer 8% em relação a 2010.|

O idoso brasileiro de hoje é bem diferente dos vovozinhos de décadas atrás. Assim como os clientes de Marincek, muitos têm tempo e dinheiro  para se divertir, indo a bailes e shows. Muitos deles, principalmente os recém-aposentados, estão acostumados a fazer compras com cartão de crédito e a usar a internet. "São pessoas que acompanharam as inovações tecnológicas enquanto ainda trabalhavam", diz Felisoni, da FIA.

A fisioterapeuta Marcella Mayerle, de 29 anos, montou uma empresa em Curitiba voltada para esse consumidor. Há pouco mais de um ano, ela criou o site Loja do Avô para vender artigos adaptados para a terceira idade. Quando atendia pacientes em domicílio para sessões de fisioterapia, Marcella percebeu que, embora começassem a sentir aos poucos o peso de tantos anos de vida, muitos eram independentes. "Vários deles reclamavam que não havia lojas onde pudessem achar, no mesmo lugar,  produtos que facilitassem o dia a dia, como aparelhos de telefone com teclas grandes e tapetinhos antiderrapantes para evitar quedas." 

A Loja do Avô começou com artigos de higiene pessoal e cuidados básicos vendidos pela internet. Hoje, o site oferece também produtos como exercitadores para pernas e braços e almofadinhas térmicas, que podem ser esquentadas no forno de micro-ondas. "Cerca de 10% dos clientes são idosos que fazem as compras sozinhos no site", afirma Marcella. Em 2012, a Loja do Avô deve obter um faturamento  40% maior do que o registrado no ano passado.

Negócios dedicados a aumentar o bem-estar dos idosos têm alto potencial de prosperar. A esperança de vida do brasileiro ao nascer aumentou de 70,5 anos de idade, em 2000, para 73,5, em 2010. Ainda há muito o que avançar para chegar ao nível de países como Singapura, onde a expectativa de vida é de 82,1 anos. Mas, à medida que o brasileiro vive mais, novas oportunidades se abrem para empreendedores que oferecem produtos destinados a melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. 

É por isso que as salas de ginástica da B-Active, academia paulistana especializada no público da terceira idade, estão sempre cheias. Um dos fundadores da empresa, o médico Benjamin Apter, de 50 anos, fez pesquisas durante dois anos para chegar ao modelo ideal para a B-Active, que oferece aulas de ioga, pilates e musculação para velhinhos.

Com três unidades em diferentes bairros paulistanos, a B-Active tem hoje 650 alunos. Segundo estimativas de mercado (a empresa não divulga o faturamento), as mensalidades devem render algo em torno do patamar de 3 milhões de reais ao ano. Cerca de 20% das receitas vêm de grandes laboratórios, que pagam para expor seus produtos no local.  

Nas aulas, grupos de até três pessoas são acompanhados por fisioterapeutas especializados em geriatria que regulam a intensidade dos exercícios conforme a forma física de cada aluno. "Temos o paciente que sempre fez esportes, mas que começa a sentir o peso da idade, e também o que precisa de exercício como complemento para um tratamento médico", afirma Apter. 

É neste último grupo que está o comerciante aposentado Moises Waldsztejn, um polonês de 84 anos que chegou ao Brasil ainda criança. Com histórico de doenças cardíacas na família, Waldsztejn já passou por duas cirurgias no coração. Duas vezes por semana, Waldsztejn vai à B-Active para sessões de 1 hora de musculação e alongamento. "Consigo levantar 3 quilos em cada braço", diz Waldsztejn. “Eu me sinto como se ainda estivesse com 30 anos." Oito anos atrás, Waldsztejn casou-se pela segunda vez, com dona Ruth, de 80 anos, que também é a sogra de uma de suas filhas. "Vou sempre com ele na ginástica", diz dona Ruth.


Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0052/noticias/aumento-da-longevidade-cria-novos-mercados-para-seu-negocio?page=3


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A TERCEIRA IDADE INVADE A INTERNET


Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
marceloveiga@hotmail.com
Brasileiros a partir de 50 anos de idade tiveram maior crescimento no acesso à web desde 2005, com aumento que chega a 222,3%, aponta estudo do IBGE

O brasileiro está acessando mais a internet. Entre 2005 e 2011, o contingente de pessoas conectadas aumentou 143,8% - enquanto o crescimento dessa população (a partir dos 10 anos de idade) ficou em torno de 9,7%. Os dados constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse avanço está diretamente ligado à maior qualidade de emprego da população, que ao longo desses seis anos conquistou um rendimento mais alto, de forma geral, em razão de uma melhora do cenário econômico de todo o país”, explica Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Nilcen Helena Pertinhez Troncoso, 71 anos. Usa internet no laptop e no celular 
O brasileiro está acessando mais a internet. Entre 2005 e 2011, o contingente de pessoas conectadas aumentou 143,8% - enquanto o crescimento dessa população (a partir dos 10 anos de idade) ficou em torno de 9,7%. Os dados constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse avanço está diretamente ligado à maior qualidade de emprego da população, que ao longo desses seis anos conquistou um rendimento mais alto, de forma geral, em razão de uma melhora do cenário econômico de todo o país”, explica Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.



Em 2011, 77,7 milhões de pessoas tinham acesso à web, o equivalente a 46,5% da população pesquisada, com 10 anos de idade ou mais. Eram 45,8 milhões de pessoas a mais do que o observado no levantamento de 2005, quando 20,9% da população estavam conectados. Os jovens continuam concentrando o maior número de acessos, principalmente na faixa etária de 15 a 17 anos (74,1%) e de 18 ou 19 anos (71,8%). Houve crescimento em todos os grupos de idade, em geral acima dos 100%, mas a variação foi muito mais representativa no grupo dos 50 anos de idade ou mais: 222,3% no período de seis anos – um incremento de aproximadamente 5,6 milhões de pessoas.
É uma multidão que invade a web com um objetivo principal: aumentar suas relações sociais, segundo um estudo da Universidade de Brasília de 2009. Seja por meio de redes sociais, salas de bate-papo ou blogs com espaço para comentários, o que eles querem é interagir e reduzir a sensação de solidão. Foi esse o motivo que levou a decoradora Nilcen Helena Pertinhez Troncoso, 71 anos, a se conectar pela primeira vez, há cerca de sete anos. Quando viu a filha aceitar um convite para trabalhar na Espanha, percebeu que não poderia depender apenas das ligações para o telefone fixo, que sairiam caras demais. Era fundamental aprender a usar a internet.
“Eu já sabia um pouco, mas precisava aprimorar. Foi minha filha mesmo quem me ensinou, e colocou as principais orientações em um caderno, para que eu consultasse se fosse preciso. Encarei como se fosse um estudo”, lembra. Além de falar com a filha todos os dias pelo Skype, viu que poderia manter contato também com outros parentes que moram no exterior, além de fazer novos amigos. Hoje, não sabe mais o que é ficar desconectada. Tem cerca de 200 amigos no Facebook, é usuária assídua do Whatsapp e consulta seu e-mail a todo momento. “Em casa, prefiro usar o laptop, mas, na rua, meu telefone está sempre comigo. Preciso ter sempre algo por perto para me comunicar”, ressalta.
Para a psicóloga Valéria Lasca, Nilcen se enquadra bem no perfil do brasileiro que chega à terceira idade mais ativo e preocupado com a qualidade de vida. Manter-se conectado também é uma questão de saúde, uma vez que estimula a memória e a cognição, enfatiza. “Muitos também aderem à internet para se aproximar das gerações mais novas, de filhos e netos, e conseguir participar das conversas deles”, diz. Mestre em Gerontologia pela Unicamp e coordenadora do Núcleo de Cursos para Terceira Idade da Faap, Valéria também faz uma ressalva importante: a alta taxa de expectativa de vida, aliada à baixa fecundidade das famílias, permite estimar um crescimento ainda maior desse número no futuro.
Economia - Moradora de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, Nilcen engrossa outro dado da Pnad: a Região Sudeste é a que concentra o maior porcentual de internautas entre as pessoas de 10 anos ou mais de idade, 54,2%. Apenas no Norte e Nordeste o índice fica abaixo dos 50%. Analisando, porém, a série histórica, estas foram as regiões que mais cresceram de 2005 para 2011, período em que a proporção de moradores com acesso à internet mais que triplicou - enquanto dobrou nas demais regiões. “Antes, a internet ficava muito presa ao posto de trabalho. Com a economia aquecida, ela migrou para as casas”, avalia Cimar Azeredo, complementando que, em 2005, dos domicílios que tinham computador, 73,5% acessavam a internet. Em 2011, esse índice foi de 78,7%.

O poder aquisitivo também explica o fato de 60,1% das pessoas que afirmaram ter acesso à web em 2011 estarem empregadas à época. Houve um pequeno avanço entre os não ocupados, mas eles ainda representam apenas 39,9% do total. No ano da pesquisa, cerca de metade dos 93,5 milhões de trabalhadores do país utilizou a internet. Em 2005, esse porcentual era de 22,8%. Na análise por sexo, observou-se as mulheres representam a maioria dos usuários na faixa até os 39 anos. Dos 40 aos 49 anos, o porcentual se iguala e, a partir dos 50 anos, os homens predominam. “Isso reflete um atraso na escolarização e na inserção das mulheres mais velhas no mercado de trabalho”, observa a pesquisa.
Educação - A escolaridade também foi considerada pela Pnad 2011, que destaca que a proporção de usuários de internet fica maior à medida que aumentam também os anos de estudo. O grupo dos sem instrução e com menos de quatro anos de estudo representam 11,8% das pessoas conectadas, enquanto entre aqueles com 15 anos ou mais de estudo, 90,2% acessam a internet. Entre os estudantes da rede pública, o crescimento foi significativo. Em 2005, 24,1% deles eram conectados, em 2011, já eram 65,8%. Na rede particular, o índice que já era alto, atingiu quase a universalidade: de 82,4% para 96,2%.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/a-terceira-idade-invade-a-internet




PESQUISA DIZ QUE A MAIORIA DOS IDOSOS NOS EUA JÁ USA INTERNET

Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
marceloveiga@hotmail.com
A unidade de pesquisa sobre a internet do centro Pew indica que 53% dos cidadãos americanos maiores de 65 anos utilizam a internet

Washington - Levou algum tempo, mas a maioria dos americanos de 65 anos ou mais está finalmente utilizando a internet, segundo os resultados de uma pesquisa do Pew Research Center divulgados nesta quarta-feira.

A unidade de pesquisa sobre a internet do centro Pew indica que 53% dos cidadãos americanos maiores de 65 anos utilizam a internet, embora o uso da rede caia de forma significativa entre aqueles com mais de 75 anos.

"Mesmo com estes adultos (maiores de 65 anos) sendo ainda menos propícios do que outros grupos a utilizar a internet, os últimos dados mostram, pela primeira vez, que a metade das pessoas mais velhas usa a rede", indicou o instituto.
A sondagem também mostrou que 69% das pessoas idosas têm telefone celular, contra 57% há dois anos
"Depois de vários anos de pouco crescimento neste grupo, este aumento é significativo", afirmou, apesar de as cifras estarem muito abaixo dos 97% do uso de internet no grupo de entre 18 e 29 anos.
Pesquisas anteriores do Pew haviam situado em cerca de 40% o uso da internet entre pessoas com idades acima de 65 anos durante os últimos quatro anos.
A sondagem também mostrou que 69% das pessoas idosas têm telefone celular, contra 57% há dois anos, enquanto que um em cada três maiores de idade usa redes sociais, como o Facebook ou o Twitter.
A pesquisa do Pew, publicada em seu site www.pewinternet.org foi realizada entre os dias 13 de abril e 15 de maio com 2.254 pessoas nos Estados Unidos, com uma margem de erro de menos 2,4 pontos.
Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/pesquisa-diz-que-maioria-dos-idosos-nos-eua-ja-usa-internet

INTERNAUTA NA TERCEIRA IDADE TEM MAIOR RENDA DO QUE A MÉDIA

Marcelo Veiga
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Perfil traçado pelo Instituto QualiBest mostra que idosos possuem interesse por tecnologia e priorizam qualidade de vida. Homens acessam a rede mais que as mulheres

Os idosos que acessam a internet no Brasil têm renda média de R$ 2.998,00, valor superior à renda média do internauta em geral, de R$ 1.928,00. Entre os gêneros, os homens acima de 60 anos são mais ativos: 52% deles acessam a rede, enquanto no público feminino o índice é de 48%. Com os mais jovens o resultado é inverso, 55% das mulheres acessam a rede, contra 45% dos homens. Os dados são parte de um estudo realizado pelo Instituto QualiBest.

Em sua maioria pertencente à classe A (23%), a terceira idade também diz possuir produtos de valor e bens tecnológicos, como filmadora, computador, conversor digital, TV LCD, plasma ou tela plana, e ter interesse por novos equipamentos como notebooks e smartphones. Outro fator destacado pelo estudo é que 35% dos internautas idosos viajaram três ou mais vezes ao exterior nos últimos dois anos.

Apesar da renda e da qualidade de vida, a pesquisa mostra que 37% dos entrevistados ainda exercem atividades remuneradas. O motivo de trabalharem estaria atrelado a uma possível prudência financeira, somada à facilidade de crédito que possuem no mercado. Esta, inclusive, é uma das razões que faz com que internautas da terceira idade rejeitem o uso de cartões de crédito ou débito.   

Fonte: Mundo do Marketing 2012

TERCEIRA IDADE NA INTERNET


Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
marceloveiga@hotmail.com
"E-velhice: uma nova realidade virtual". Este é o título de um artigo escrito por Pedro Guasti, Diretor Geral da e-bit, sobre uma realidade que poucos profissionais de Marketing têm noção: a de que a terceira idade e os consumidores mais velhos têm grande participação no consumo, mas são pouco lembrados pelas marcas. Veja a seguir o texto publicado no E-commerce News.

“Quando pensamos em internet, logo temos a imagem de um jovem em frente ao computador navegando em redes sociais, fazendo compras online, pesquisando e, principalmente, alinhado com a tecnologia e suas novas tendências. Essa imagem, no entanto, faz parte de um passado recente da web e já não é totalmente verdadeira.  Faz algum tempo que a internet deixou de ser um canal apenas para os jovens. Tanto é verdade que hoje em dia já é possível imaginar uma pessoa de idade como personagem principal no cenário descrito acima.

Com a evolução digital e o crescente número de informação disponibilizada no ambiente virtual, podemos afirmar que, nos dias de hoje, o idoso já apresenta um comportamento muito mais sociável que a de outras gerações pré-web. De acordo com estudo levantado pela e-bit, 9% dos e-consumidores que afirmaram terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra tinham entre 50 e 64 anos.

Esse número aponta uma crescente tendência em pessoas mais “experientes” conectadas às tão famosas mídias sociais. Um grande fator de influência desse fenômeno pode começar dentro da própria família, já que seus filhos e, principalmente, netos, podem ser presenteados com mimos digitais em alguns sites já consagrados na web, como o Club Penguin, Farmville, além de receber créditos em games online, como no site americano Steam.

As pessoas de mais idade também podem se beneficiar dos meios de comunicação existentes na internet, já que, com o fenômeno das redes sociais, é possível estar mais perto de seus familiares, compartilhando vídeos e fotos, fazendo novas amizades, mesmo que enfrentando problemas de locomoção ou instaladas em clínicas de saúde e hospitais.

Os recentes lançamentos de aparelhos tecnológicos também dão reforço para o público de mais idade ingressar no meio digital. Os famosos Tablets, como o Ipad, são fáceis de usar e possuem ótima usabilidade, operando como computadores em forma de prancheta, sem teclado e com tela sensível ao toque, permitindo aumentar o tamanho das letras e imagens. Com essas vantagens e facilidades, torna-se ainda mais simples o “e-idoso” aderir ao universo virtual.

Já quando o assunto é compras virtuais, os consumidores mais maduros já têm uma forte participação comprovada por números. Segundo dados da e-bit, atualmente 25% dos e-consumidores informam ter mais de 50 anos. Em 2001, esse número era de 10%, o que pode transmitir uma maior confiança desse público em fazer suas compras pela internet, além de não precisarem se locomover ou passar por situações cansativas ou de stress ao saírem de casa para comprarem seus produtos. Esta participação deve continuar crescendo na próxima década, acompanhando a mudança da pirâmide etária brasileira.

Não restam dúvidas que a solidão enfrentada pelas gerações de idosos pré-web pode estar com os dias contados com a chegada da “e-velhice” oriunda da evolução digital. A internet e o comércio virtual passarão por diversas mudanças e novas tendências surgirão aliadas ao poder de comunicação dos usuários em redes sociais e outras ferramentas que ainda serão lançadas. Nesse cenário repleto de expectativas, uma coisa é certa: Os usuários mais velhos estarão a todo pique acompanhando essa corrida. E você, jovem? Acompanha?”

 Postado por Blog da Redação - 17/03/2011
Fonte: Mundo do Marketing